Doadores de Manhuaçu e região participaram, nesta quarta-feira (23/11), da tradicional solenidade estadual de diplomação dos doadores de sangue fidelizados. A cerimônia faz parte da comemoração do Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, celebrado em 25/11.
A cerimônia homenageou 200 doadores de sangue fidelizados nas categorias azul, bronze, prata, ouro e diamante, além de empresas e entidades parceiras da instituição na causa da doação de sangue.
Diretora Técnico-Científica da Fundação Hemominas , Maísa Ribeiro falou que os doadores de sangue garantem a existência da instituição e explicou que o sangue doado em Manhuaçu pode contribuir com outras regiões do estado, conforme a necessidade.
Maísa leu uma mensagem enviada pela presidente da Hemominas, Júnia Cioffi, que não pode comparecer à cerimônia, com os dizeres: “A data é motivo de alegria para os profissionais que trabalham na instituição, pois se empenham, a cada dia, em tornar mais estreita a ponte que une doador e paciente e, assim, celebrar a benção da vida”.
Júnia agradeceu a cada doador de sangue que se cuida para poder realizar o ato de amor ao próximo com a sua doação. E finalizou: “Vocês são a força que nos move a descobrir a cada dia uma nova forma de construir esperança”.
Jailson Vagner Silva do Carmo, coordenador do Hemonúcleo de Manhuaçu, afirmou estar feliz com a presença de todos os doadores de sangue e colaboradores e lembrou que a unidade completou 30 anos com uma história repleta de desafios. “As conquistas se devem à população local que é muito solidária, o que facilita o alcance das metas de coleta de bolsas de sangue”, afirmou.
Diplomação
Os doadores fidelizados do Hemonúcleo de Manhuaçu receberam os diplomas das mãos de servidores da Hemominas que integram a equipe de atendimento da unidade. Francisco Campos de Magalhães, homenageado na categoria diamante, é doador de sangue há 25 anos e já fez 51 doações. Doou sangue pela primeira vez a pedido de um familiar e nunca mais parou. Por muitos anos ele se responsabilizou por levar um grupo de doadores do município de Santa Margarida até o hemonúcleo. Aos 63 anos, Francisco afirma que pretende doar sangue enquanto puder.
Solenidade oficial
Desde 1991, a Fundação Hemominas homenageia os doadores de sangue com a entrega de diplomas, de acordo com o número de doações realizadas. De 10 a 14 doações, o doador recebe o diploma azul; de 15 a 24 doações, o diploma bronze; de 25 a 34 doações, o diploma prata; de 35 a 49 doações, o diploma ouro, e, com 50 doações, o diploma diamante.
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