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Gestão Agir adota padrão global de saúde digital no SUS

Maturidade digital em hospitais públicos geridos pela Agir reforça segurança do paciente, com checagem à beira-leito, prontuário eletrônico unifica...

13/07/2026 14h32
Por: Redação Fonte: Agência Dino
Rafael Lima Caixeta (Agir)
Rafael Lima Caixeta (Agir)

A Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir), com o intuito de promover uma maior eficiência operacional e potencialização dos atendimentos assistenciais, tem implementado um ecossistema de transformação digital nos hospitais públicos do Brasil sob sua gestão, substituindo fluxos baseados em papel por processos sistematizados, em tempo real, alinhados a diretrizes globais de segurança assistencial.

O projeto de modernização, iniciado em 2025, baseia-se nos critérios da Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), o principal padrão global de excelência para hospitais digitais. Na prática assistencial, a tecnologia atua por meio da integração de prontuários eletrônicos, protocolos clínicos digitalizados e sistemas de apoio à decisão clínica.

De acordo com o diretor corporativo de Transformação Digital da Agir, Kelvin Cantarelli, a conformidade com as exigências da HIMSS representa uma reestruturação metodológica no ambiente hospitalar. "Trata-se de elevar o padrão assistencial com foco em segurança, qualidade e experiência do paciente. As unidades de saúde passam a operar sob protocolos assistenciais e fluxos digitais integrados, que garantem consistência no cuidado e fortalecem a governança clínica e corporativa", explica o diretor corporativo.

Checagem à beira-leito e mitigação de riscos na assistência

A checagem à beira-leito é um dos pontos onde a transformação digital deixa de ser conceito e se torna segurança ao paciente. De acordo com Kelvin Cantarelli, esse é o momento em que a promessa do prontuário eletrônico se converte em ato clínico. "Um profissional confere, com leitor de código de barras, se aquele medicamento ou hemocomponente corresponde exatamente àquele paciente, na dose e no horário certos. É justamente essa etapa que o modelo da HIMSS trata como divisor de águas na jornada de maturidade digital de um hospital", enfatiza.

Do ponto de vista operacional, a sistematização dos fluxos é refletida na rotina das equipes multidisciplinares. "O impacto direto dessa maturidade digital aos usuários do SUS é a maior segurança assistencial, com redução de erros de medicação e eventos adversos, atendimento mais ágil e coordenado e uma experiência mais fluida, desde a entrada do paciente até o acompanhamento do cuidado", ressalta o diretor corporativo.

Para a equipe técnica e de enfermagem dos hospitais, há redução da carga de trabalho burocrático e o retrabalho manual. A diminuição da sobrecarga cognitiva, viabilizada pelo suporte à decisão clínica em tempo real, permite que os profissionais dediquem maior tempo ao cuidado direto e humanizado à beira-leito.

Conforme Kelvin Cantarelli, investir em checagem à beira-leito é uma decisão estratégica antes de ser uma decisão de Tecnologia da Informação (TI). "Ela une governança clínica, engajamento da equipe assistencial e de tecnologia em um único gesto e é esse gesto, simples, repetido milhares de vezes por dia em qualquer hospital, que efetivamente protege o paciente e dá sentido a todo o resto da transformação digital".

Infraestrutura tecnológica e conformidade legal

De acordo com o gestor, a consolidação do modelo de hospital digital requer investimentos estruturais em redes de alta velocidade, dispositivos móveis dedicados e arquitetura de segurança da informação. Cantarelli ainda reforça que todo o tráfego de dados clínicos e pessoais nas unidades geridas pela Agir segue estritamente as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando a confidencialidade e a rastreabilidade dos prontuários.

Com o cronograma de evolução tecnológica em andamento, as iniciativas buscam consolidar indicadores que posicionem o sistema utilizado pela Agir como referência em inovação tecnológica aplicada ao Sistema Único de Saúde (SUS). "Estamos construindo um legado onde a tecnologia protege as pessoas. É o modelo de gestão da Agir usando a inovação para oferecer um SUS cada vez mais seguro, moderno e, acima de tudo, humano", conclui o diretor corporativo de Transformação Digital da Agir.

Gestão Agir

A Agir atua na gestão de soluções em saúde desde 2002, com foco em eficiência, segurança e humanização no gerenciamento de unidades de saúde públicas de média e alta complexidade. Com presença nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Espírito Santo, a instituição é reconhecida por sua gestão inovadora, com certificações como ONA e Qmentum Internacional, além do selo Great Place To Work®. A Agir também possui expertise no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo responsável pela gestão da Rede Teia, estrutura especializada no tratamento multidisciplinar de crianças e adolescentes com TEA.

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