A Receita Federal e o Ministério da Fazenda vêm promovendo transformações significativas nas operações de comércio exterior por meio do Novo Processo de Importação (NPI), parte do Programa Portal Único de Comércio Exterior.
Com impacto direto sobre o setor regulado, a medida exige que empresas da área da saúde - incluindo fabricantes e importadores de medicamentos, dispositivos médicos e insumos hospitalares - adotem novos procedimentos para internalização de produtos no Brasil.
Entre os principais pontos do NPI estão a adoção obrigatória da Declaração Única de Importação (DUIMP), o uso do Catálogo de Produtos e a digitalização de autorizações por meio do módulo LPCO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos). A integração com órgãos anuentes, como a Anvisa, exige maior rigor técnico e atualização constante das equipes responsáveis pelas operações aduaneiras.
“As empresas do setor de saúde precisam alinhar sua rotina ao novo processo para evitar atrasos e penalidades. O conhecimento técnico da operação, aliado à integração com os sistemas públicos, é fundamental para garantir eficiência e conformidade”, afirma Alex Sandro Santos, coordenador de importação da Unia.
A Unia atua com foco no setor farmacêutico, prestando assessoria logística e aduaneira para empresas que precisam se adequar às novas exigências do comércio exterior. O suporte inclui análise de conformidade, classificação fiscal e estruturação de processos alinhados às normas atuais.
Tecnologia Sankhya cria plataforma de gestão financeira guiada por IA
Tecnologia IA entra na formação de corretores e automatiza rotina
Tecnologia TikTok investe R$ 200 bi no Ceará e aquece imóveis
Tecnologia Operar vários marketplaces sozinho gera custo ao vendedor
Tecnologia Patrus Transportes participa da Logística do Futuro 2026
Tecnologia Brasileiros procuram mais por smartphones seminovos Mín. 17° Máx. 28°
Mín. 19° Máx. 34°
Parcialmente nubladoMín. 22° Máx. 35°
Tempo nublado