Produto denominado escória de aciaria foi aplicado no trecho não pavimentado da MG-164, entre Felixlândia (Córrego do Bagre) até a barragem Três Marias, região Central de Minas.
Mais de 2,2 mil toneladas, doadas por uma empresa de ferro gusa de Sete Lagoas, foram aplicadas em um trecho de 10,5 quilômetros de forma descontinuada, eliminando os pontos críticos da rodovia.
A medida além de evitar a criação de um passivo ambiental gera economia aos cofres públicos, uma vez que o material substitui o cascalho extraído de jazidas para melhorar as estradas de terra.
Agregado siderúrgico surge do processo de produção de aciaria, composto de óxidos e silicatos e possui alta resistência ao desgaste.
“A escória é aplicada na via e misturada ao leito da estrada com o auxílio de uma motoniveladora, o que melhora significativamente as condições da pista. A principal vantagem desse material é sua durabilidade, que contribui para a prevenção do surgimento de buracos e aumenta a capacidade de suporte da estrada”, explica Ricardo Paulino, coordenador regional do DER-MG em Curvelo.
Além da aplicação de escória, o trecho da MG-164 passou por uma série de melhorias, incluindo a manutenção das saídas d'água e das bacias de escoamento, poda e corte de árvores, roçada e a instalação de sinalização vertical.
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